domingo, 2 de dezembro de 2012

Errar e recomeçar




Quem de entre nós poderá assegurar que jamais seria capaz de ter atitudes menos coerentes. Menos racionais. Atitudes que possam ser consideradas um desrespeito ou uma afronta à sociedade? Qualquer um que o faça corre o risco de cometer um erro. Não sabemos o dia de amanhã. Assim como não saberemos nunca quais as atitudes que tomaremos perante determinada situação. De certo modo ainda bem! A espontaneidade vive disso mesmo: da reação do momento. De podermos realizar coisas que, de outro modo, jamais seriam feitas…

Infelizmente essa espontaneidade, essa “vivência do imediato”, chamemos-lhe assim, nem sempre parece fazer sentido. Pessoas que se consideram abertas. Que aparentam uma total autonomia. Que se autodenominam de espíritos livres…  Quando chega o momento de agir, fogem! Quando detetam falhas em alguém acusam. Não perdoam. Isolam. 

Não me considero melhor nem pior que ninguém! 

Sempre assumi que cometo erros (Muitos erros)! 

Sempre admiti que me engano (Quantas vezes)! 

Sempre soube que não sou perfeita (Nem gostaria)! 

Mas, se por acaso assumo um compromisso cumpro-o. Se me revejo perante um sentimento, assumo-o! 

Se há algo que me atormenta, esclareço-o, ou pelo menos tento. Tento não me fechar à vista de qualquer problema. Tento enfrentar amigos ou não amigos. Perguntar. Responder. Explicar. Esclarecer...

Se essa é a atitude correta? Não sei!... 

Se sempre fui assim? Sou forçada a admitir que não! Que já tive os meus dias maus. Más atitudes. Más resoluções. Más respostas. Piores opções… 

As atitudes que tomamos não são exatamente o que nós somos! 

Nem sempre optamos pela melhor solução. Nem sempre agimos do modo mais correto. Mas cabe a cada um de nós, com mais ou menos ajuda, com mais ou menos amigos, entender onde errou...

Reconhecer o que está mal e recomeçar...

Do zero se necessário for!...

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