domingo, 5 de maio de 2013

Dia da mãe



Sou mulher. Sou filha e sou mãe!

Sou filha e como filha não posso deixar passar em branco um dia que se quer especial para as mães. Não posso deixar de agradecer ao ser que me deu a vida, que me ensinou e que me fez crescer como pessoa. 

Que me transmitiu valores. Que me ensinou a ser o que sou hoje!

Amar é educar! E nesse aspeto fui, e continuo a ser, muito amada. Amar é fazer crescer. Ensinar e aprender. Por muito longa que seja a nossa existência o papel da mãe nunca é esquecido. Por muito que por vezes não seja lembrado. Mãe é amor. Dizem! Amar é dor!

E uma mãe ama como mais ninguém o consegue fazer. Sem esperar retorno. Reconhecimento ou qualquer espécie de agradecimento. A mãe ama e está presente, mesmo quando fisicamente ausente. A mãe quer o melhor do mundo para os seus filhos. Mesmo que estes nem sempre o reconheçam. Mesmo que estes muitas vezes a esqueçam.

E porque mãe é amor enquanto amar é dor, ser mãe sem ver o seu amor reconhecido é uma dor ainda maior. Há filhos queridos. Há filhos rebeldes. Há filhos esquecidos. Há filhos…. E filhos!

E todos eles têm o seu valor. Todos eles merecem a sua dose de amor. Há filhos que lembram a mãe todos os dias. Há filhos que não querem nem dela saber. Há filhos que pensam na mãe com carinho e há outros que não querem nem dela ouvir falar…

Mas a mãe compreende e continua a amar. Ser mãe é assim! Amar sem condição. Seja ela lembrada, esquecida ou amada. Seja ela presente, ausente ou mesmo já inexistente. Ser mãe é uma espécie de tarefa divina que se assume à nascença de cada novo ser. Ser mãe é algo que dura para sempre. Com filho ou sem filho… sempre com muito amor! 


Adelina Antunes
05-maio-2013

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